DIA DAS PROFESSORAS. NOVE EM CADA DEZ ESTUDATES DE PEDAGOGIA SÃO MULHERES E FAZEM CURSO A DISTÂNCIA

O perfil de quem vai dar aulas ou atuar na supervisão, coordenação, direção e gestão das escolas brasileiras é predominantemente feminino e majoritariamente pobre. Segundo um levantamento feito a pedido do G1 pelo IDados, empresa especialista em dados de educação, ao ser comparada com as demais carreiras de graduação, a pedagogia se destaca pela prevalência quase total de estudantes mulheres, pela alta porcentagem de matrículas em cursos de educação a distância (EAD) e pela maior incidência de estudantes que vêm de famílias das classes mais pobres do país (veja alguns destaques no vídeo acima).

O levantamento cruzou dados de três fontes: o Censo da Educação Superior e os questionários do Enade e da Prova Brasil, respondidos por quem está na faculdade e por quem já dá aulas, respectivamente.

Em 2015, segundo o Censo da Educação Superior, 8% de todas as matrículas em graduação estavam concentradas na carreira de pedagogia, o que representa 652.537 de 8.027.297 estudantes. As mulheres respondiam por 606.678, ou 93% dessas matrículas. Já considerando todos os demais 7.374.760 estudantes, as mulheres ainda representam a maioria, embora em uma porcentagem bem mais baixa, de 54% do total.

Categoria:DESTAQUE

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